[vc_row][vc_column width=”2/3″][vc_column_text]Reformar a casa muitas vezes é uma opção para as pessoas que estão satisfeitas com a estrutura do imóvel e desejam fazer somente algumas alterações. Por refletir um processo de mudanças positivas e desejadas, alguns gostam e não se estressam muito. No entanto, outros sofrem com as alterações e pequenos problemas que aparecem durante a execução do projeto.

De acordo com o arquiteto Gustavo Calazans, mesmo quando o projeto está detalhado, muitas alterações precisam ser realizadas diante das necessidades que aparecem na obra. “O projeto é um organismo vivo que vai se adaptando durante sua execução. Normalmente, um engenheiro é contratado para fazer prospecções da estrutura. Ele registra a existência de pilares, mas, quando começa a reforma, pode-se descobrir que eles têm variações de tamanho. Para alterar o espaço como está previsto na planta, precisa colocar reforço estrutural. Já tive que parar uma obra e contratar um engenheiro calculista para criar uma estrutura nova”, afirma.

Ou seja, o proprietário que passa por uma reforma tem que ter em mente que esse é um processo em que podem surgir imprevistos. Mesmo que o gestor da obra tenha feito um projeto bem estruturado. Segundo o arquiteto Luiz Henrique, algumas situações podem acontecer, e muitas vezes o proprietário não tem esse conhecimento.

“Toda reforma é cheia de surpresas. Por mais que sejam feitas investigações na estrutura do imóvel para a elaboração do projeto, sempre há a questão do imponderável. Por isso, é necessário que ele continue sendo moldado durante a obra”, indica.

Por exemplo, o casal Mirna e Rodrigo conta que eles tinham pouco tempo para fazer a reforma porque precisavam fazer a mudança. “Tínhamos pouco tempo para fazer a reforma porque nos mudaríamos em um mês. Decidimos não alterar a planta da casa, apenas fazer intervenções mínimas. O imóvel, um sobrado da década de 1970, tem uma estrutura sólida, precisava apenas de modernização, principalmente da parte elétrica. Essa sim, era mais precária do que nós imaginávamos.”

Nisso, o casal fez uma série de mudanças, como derrubar paredes, trocar pisos, alterar os cômodos etc.  A entrega atrasou um pouco. Mas, o casal não se importou tanto porque encararam esse processo como uma descoberta do imóvel.

“Não conseguimos nos mudar em um mês, mas em 40 dias. Já morando na casa, decidimos sentir o ambiente, descobrir novas necessidades para terminar a reforma. Consideramos que a etapa interna está concluída. Na área externa, ao começar a planejar um jardim para o quintal, descobrimos que temos um porão. A ideia agora é transformá-lo em cisterna. Como a casa foi ficando naturalmente rústica, decidimos que as fachadas serão de taipa. O custo também não excedeu muito o valor projetado. Pela primeira vez, uma reforma não deu tanta dor de cabeça. O segredo está em aproveitar ao máximo o que a casa oferece.”

Já para outro casal, reformar a casa não foi algo tão tranquilo. Márcia e Paulo apontam que eles adquiriram um apartamento em um prédio antigo por ser mais espaçoso do que os novos.

“Pedimos um projeto de reforma para uma arquiteta e calculamos que ela poderia fazê-lo no prazo de 45 dias, enquanto esperávamos a liberação do financiamento. Por fim, pegamos a chave quase três meses depois e, nesse momento, o projeto nos pareceu pronto. Aceitamos o engenheiro sugerido pela arquiteta para tocar a obra porque achamos que a comunicação entre eles seria eficiente”, afirmam.

No entanto, imprevistos foram acontecendo, descobertas foram sendo feitas e o atraso foi grande. O casal só usufruiu da casa depois de nove meses.

“Vieram muitas surpresas. Soubemos que ainda faltava definir detalhes no projeto: a altura do frontão, que afeta a altura da tomada, que afeta a marcenaria, e assim por diante. No meio da reforma, encontraram uma coluna estrutural onde seria a porta do quarto para o banheiro. Foi preciso refazer o projeto, que acabou com muitas versões, e, em decorrência disso, houve uma sequência de erros. A justificativa era sempre a mesma: ‘não estava no projeto’, quando, na verdade, a versão é que estava errada”, Márcia e Paulo.

Com a tecnologia a reforma do imóvel fica mais fácil!

Reforma tem imprevistos. Mas, como vimos nos relatos, parte do problema está na falta de comunicação entre o proprietário e o gestor de obra, que muitas vezes não consegue passar todas as informações e imprevistos que acontecem na reforma. Hoje, existem soluções práticas para melhorar essa experiência para ambos.

Um exemplo é o Sistema de gerenciamento Obrafit, que é intuitivo e funciona em nuvem, possibilitando que a comunicação entre proprietário e gestor seja transparente e em tempo real. Nele, é possível inserir dados de sua obra, colocar o proprietário a par do que está acontecendo na reforma, qual o status de cada etapa, o planejado x realizado etc.

Também é possível adicionar fotos, comentários e gerenciar usuários.

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