Covid-19: o cenário do Brasil na pandemia mundial

Como é de conhecimento de todos, estamos passando por uma pandemia mundial por conta da Covid-19. Uma crise sanitária e humanitária provocada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) afeta diretamente o setor da saúde e tem causado grande comoção devido às milhões de vidas perdidas.

Há 2 anos o Brasil vive uma situação difícil de ser administrada.

Após o surgimento dos primeiros casos de infectados em nosso país, o vírus conseguiu se disseminar rapidamente e hoje já conta com diversas variantes, tornando sua eliminação muito mais complicada, apesar dos esforços realizados pelos profissionais da saúde e das políticas públicas adotadas.

Embora seja uma doença nova, vacinas foram desenvolvidas em tempo recorde para tentar conter a pandemia e diminuir o número de mortes causadas pela Covid-19. No entanto, a vacinação no Brasil segue em ritmo lento, fazendo com que aumentem os riscos de contágio e transmissão.

Dessa forma, seguimos advertidos sobre a importância do uso de máscaras e o isolamento social para evitar ao máximo o surgimento de novos casos de infecção.

Principais áreas afetadas pela Covid-19

Enquanto algumas empresas do setor de serviços permanecem trabalhando remotamente, adotando o chamado regime home office, outros setores vêm enfrentando prejuízos e quedas econômicas, ocorrendo até mesmo o fechamento de grandes companhias.

A crise causada pelo coronavírus afetou diversas áreas, dentre as quais podemos destacar as das áreas relacionadas em divulgação do Ministério da Economia:

  • Atividades artísticas

  • Transportes

  • Serviços de alimentação

  • Energia elétrica, gás natural e utilidades

  • Educação privada

  • Saúde privada

E como fica a área de construção civil em meio a este cenário de pandemia?

É o que veremos a seguir.

Impacto inicial da Covid-19 no setor de construção civil

O mês era janeiro do ano de 2020, as projeções para a área de construção civil eram as melhores possíveis; de acordo com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o setor poderia crescer 3%, com a criação de 150 a 200 mil postos de trabalho.

Infelizmente, estes dados foram apresentados antes do início da pandemia. Logo em março de 2020, começaria o caos mundial, quando as projeções caíram por terra e deram origem a uma nova perspectiva na área de construção civil.

De maneira inesperada, o setor foi afetado inicialmente por paralisações nas construções de grandes empreendimentos em virtude de adaptações que teriam que ser realizadas para a continuação do trabalho em segurança, conforme normas do governo a serem seguidas. Isso fez com que o setor se desacelerasse, provocando uma queda na indústria da construção e mercado imobiliário.

Por outro lado, desde o início da pandemia, foi necessária a construção de hospitais de campanha, estruturados conforme recomendação da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), para atender a demanda dos infectados e internados.

Estes centros de assistência médica foram levantados em poucos dias, em caráter emergencial, para que as pessoas pudessem receber atendimento o mais rápido possível, auxiliando no suprimento das demandas de leitos no sistema de saúde.

O coronavírus e a recuperação do setor de construção civil

Com a facilidade de transmissão do coronavírus, para continuar os trabalhos no setor de construção, foi necessária uma reestruturação do canteiro de obras e adaptação de atividades para não afetar o cronograma das etapas de obras e prezar pela saúde dos colaboradores.

Algumas medidas de prevenção foram tomadas nesse período, como: turnos alternados para evitar aglomerações, aferição de temperatura dos funcionários e reestruturação dos refeitórios.

Trabalhadores foram orientados logo no início da pandemia, fazendo com que o setor – que havia apresentado uma leve queda – se recuperasse rapidamente, superando as expectativas.

O que muita gente não sabe é que a área de construção civil é considerada serviço essencial e, por isso, mesmo com todas as medidas de prevenção, de acordo com dados obtidos pelo Instituto Pólis, pedreiros e engenheiros são os trabalhadores com maior número de mortes por Covid-19 na cidade de São Paulo.

Qual a importância de um sistema de gestão de obras no combate à Covid-19?

Como pudemos ver, o novo coronavírus tem um grande poder de transmissão e, portanto, o melhor combate é a prevenção.

O uso de máscaras de proteção, o distanciamento e o isolamento social são as principais medidas a serem tomadas nessa pandemia.

No entanto, para continuar atuando nestas profissões envolvidas no ramo de construção civil, consideradas serviços essenciais, há também outra alternativa a ser adotada, como a contratação de um sistema de gerenciamento de obras online, que permite o trabalho de forma remota, evitando contato presencial entre colaboradores.

O sistema Obrafit permite a interação entre os usuários envolvidos em uma obra, da palma de sua mão, por meio de mensagens, relatórios diários de obras (R.D.O.), compartilhamento de fotos, inserção de planilhas de orçamentos, arquivos e demais documentos relacionados ao respectivo projeto de construção ou reforma.

Dessa forma, é possível diminuir a quantidade de colaboradores presentes nas obras diariamente, o que poderia causar aglomerações e provocar contágios.

Em um momento tão delicado, conte com o auxílio da tecnologia para gerenciar o seu negócio à distância, preservando vidas e evitando a disseminação do novo coronavírus.

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