O reaquecimento do mercado

O setor da construção civil foi um dos mais afetados pela crise econômica. No entanto, nos últimos meses alguns sinais de melhora foram percebidos. Para 2018, a expectativa do setor é positiva, a Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção) prevê um crescimento de 8,5% sobre o faturamento de 2017 que foi de R$ 114,5 bilhões. Comparado a 2016 o ano de 2017 já foi positivo. O crescimento foi gradual neste último ano. Ainda que não tenha agradado 100%, foi muito melhor que 2016, um dos piores na história da Associação.

Segundo o presidente da Anamaco, Cláudio Conz “Com os resultados dos últimos 12 meses, esperamos que 2018 seja um ano de retomada. E estamos prevendo um crescimento de 8,5% sobre 2017, influenciados pela redução das taxas de juros, da inflação e pelo aumento do emprego”.

São diversos fatores que influenciam para gerar essa perspectiva positiva. A Caixa Econômica Federal reativou a linha de crédito pró-cotista que possibilita utilizar o recurso do FGTS. E elevou para 70% a cota de financiamento para imóveis usados, o que aumenta a demanda de reformas residenciais. O valor liberado para esta modalidade é de 4 bilhões. O programa habitacional Minha Casa Minha Vida também impulsiona o setor e estimula o comércio de materiais. Além de gerar empregos.

O programa Cartão Reforma, lançado recentemente pelo Ministério do Trabalho, também vai movimentar o mercado. O subsídio liberado para reformas vai aumentar consideravelmente o faturamento dos lojistas.

A reforma tributária está entre as principais pautas para esta transformação positiva.

“Nós acreditamos que a medida beneficiará e muito o nosso setor, que depende de assessoria contábil, jurídica e fiscal de inúmeros especialistas para conseguir se manter atualizado em relação às suas obrigações tributárias. O novo modelo deve dar mais fôlego e competitividade às empresas brasileiras. Reduzindo a renúncia fiscal e diminuindo os contenciosos administrativos. Além de acabar com a guerra fiscal entre os Estados, que possuem alíquotas diferenciadas de ICMS”, explica Conz.

Também são considerados para o aumento de demanda questões sociais, como casamentos, nascimentos, entre outros. O termo de Adam Smith ‘mão invisível’, explica que mesmo sem uma entidade coordenadora dos interesses, a interação dos indivíduos parece resultar numa determinada ordem, como se houvesse uma “mão invisível” que orienta a economia. Talvez, esta também seja uma explicação razoável para o otimismo do setor diante do cenário político atual.

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