Você já ouviu falar do CLT (Cross-Laminated Timber)? Tecnologia desenvolvida inicialmente na Alemanha e na Áustria. O laminado de madeira cruzada é o mais novo produto que está substituindo tijolos e argamassa na construção! Saiba mais em nosso artigo! 

 

Se você é arquiteto, engenheiro, empreiteiro ou gestor de obras, e está sempre procurando inovar por meio da utilização de novos materiais, o CLT é para você! A tecnologia veio para redefinir a forma como pensamos a madeira e o seu uso na construção civil. De acordo com o arquiteto Sergio Sampaio, “optar pelo CLT significa apostar em uma obra mais sustentável e eficiente”.

Ao falar de CLT estamos tratando de painéis dispostos em diversas camadas de lâminas de madeira maciça, fixadas em sentido oposto e alternado, entremeadas de adesivo estrutural, à prova d’água e submetidas a grande pressão.

A laminação cruzada presente no produto tem o objetivo de aprimorar as propriedades estruturais dos painéis. Por meio da distribuição de força ao longo das fibras da madeira em ambos os sentidos. O que praticamente elimina qualquer retração significativa ou deformação dos painéis (CROSSLAM).

Ao utilizar essa tecnologia, o gestor tem a segurança de que grandes cargas serão suportadas. E há a possibilidade de ter uma construção com vários pavimentos. De acordo com a empresa fabricante, o acabamento das placas é realizado por meio de um processo de micro aparelhamento e lixamento, podendo ser explorado como acabamento final.

Outra vantagem é que possui ilimitadas aplicações na construção civil, podendo ser utilizado em diversos projetos. Tudo o que é construído em aço, concreto e alvenaria tradicional, pode ter o CLT como substitutivo de outros materiais. Em função de sua força, rigidez, estabilidade, durabilidade e leveza, é uma alternativa competitiva para os materiais estruturais tradicionais, popularmente utilizados no Brasil (CROSSLAM).

Para o arquiteto Sergio Sampaio, “trabalhar com CLT torna a obra mais rápida, eficiente e ecológica. Levando em conta todos esses aspectos, o material oferece custo bastante competitivo”. Em uma de suas obras, o arquiteto utilizou o CLT e deu algumas dicas em relação ao uso do material:

1 – Força a toda prova

De acordo com a espessura do CLT (são diversas as medidas) e o planejamento do projeto, ele pode assumir vocação estrutural. Aqui, como fechamento, as chapas têm 6 cm de espessura. “Com 10 cm, elas seriam autoportantes”, observa o profissional.

2 – Montagem rápida

Ao lidar com menos fornecedores, a obra tem mais agilidade do que uma construção de alvenaria convencional. O tempo de cura do concreto e da argamassa, por exemplo, não entra nesse calendário, acelerando o relógio.

3 – Experiência de valor

Além de oferecer ótimo isolamento térmico e acústico, as edificações ficam mais leves no balanço final e poupam as fundações de sobrecarga. Vale ressaltar que a madeira adotada na composição do produto é de reflorestamento.

4 – Acabamento refinado

Por fora, a fachada exibe um belo tom escuro, resultado da aplicação de stain na cor pinhão sobre o CLT. Do lado de dentro, vê-se o drywall finalizado com gesso e pintura: o vão entre os dois painéis abriga as instalações de hidráulica e elétrica.

Fonte: Arquitetura & Construção

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